Mostrando postagens com marcador jogos musicais. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador jogos musicais. Mostrar todas as postagens
domingo, 24 de agosto de 2014
domingo, 25 de abril de 2010
JOGOS MUSICAIS
JOGOS MUSICAIS
· Ajudam no desenvolvimento natural das crianças;
· Alivia a tensão interior;
· Leva a criança a um grande prazer, pelo caráter lúdico e desafiador;
· Permite a reeducação do comportamento;
· Aumenta o coeficiente de auto-confiança;
· Sublima as tendências instintivas;
Sugestões de Jogos Musicais:
1)- Que som é esse?
Uma criança sai da sala, enquanto outra criança pega um instrumento musical para ficar tocando. A criança que saiu, deve voltar com os olhos vendados, encontrar o som na roda e descobrir qual o instrumento, caso ela não acerte deve receber um castigo.
2)- Que sons são esses?
A sala deve ser dividida em dois grupos, cada grupo irá escolher duas crianças, uma da qual os olhos serão vendados e a outra que irá escolher um instrumento para ser tocado.
Os instrumentos dos dois grupos terão que ser tocados ao mesmo tempo. A criança que descobrir o som primeiro ganha.
Se ela descobrir apenas um som o grupo dela ganhará 10 pontos e os dois instrumentos continuaram sendo tocados ao mesmo tempo, até que descubram o outro som.
Caso a criança acerte os dois sons ao mesmo tempo ela ganha 30 pontos para o seu grupo.
3)- Cabra cega sonora
As crianças devem formar duplas uma criança escolhe um instrumento enquanto a outra deve vendar os olhos.
Os alunos devem marcar um local de chegada na sala, podendo fazer obstáculos no meio do caminho, fazendo curvas e retas que devem ser seguidas.
A criança dos olhos vendados deve dar 5 voltas e após a criança com o instrumento deve guia-la até o ponto de chegada a partir do som de seu instrumento, sem tocar na criança de olhos vendados.
O professor deve cronometrar o tempo de chegada das duplas, a dupla que chegar em menos tempo no ponto de chegada ganhará o jogo.
As duplas podem ser invertidas depois, ou seja, a criança que guiou pode tampar os olhos enquanto a outra a guia.
4)- Telefone sem fio sonoro
As crianças sentam em roda e escolhem um instrumento, a primeira criança deve tocar uma pequena célula rítmica em seu instrumento a do lado deve tentar repeti-lo no instrumento que está com ela e assim vai até chegar ao final.
Essa brincadeira é interessante se possível ser gravada para que as crianças percebam como a célula rítmica foi mudando com o decorrer da roda.
5)- Espelho musical
As crianças devem formar duplas e ficar uma de frente para a outra cada uma com seu instrumento que no caso devem ser parecidos. Ex. cada criança com um tipo de chocalho ou cada criança com um tipo de tambor.
O que uma criança faz com seu instrumento a outra deve tentar faze-lo junto como se fosse um espelho.
6)- Repetição
As crianças forma dupla uma fica de frente para a outra, o que uma faz a outra deve repetir imediatamente da mesma forma.
As duplas podem trocar as posições, cada vez uma cria e a outra repete.
7)- Regente de intensidade
A sala escolhe uma criança para ser o regente.
O regente deve escolher um instrumento de grande intensidade (som forte). Quando o regente tocar forte em seu instrumento todas as crianças devem tocar seus instrumentos bem alto se o regente for diminuindo a força no instrumento as crianças devem diminuir a intensidade em seus instrumentos.
O regente pode brincar com a intensidade (forte, piano e pianíssimo).
8)- Soldados marchando
O professor deve colocar 3 faixas coloridas na sala onde as crianças devem marchar sobre elas com seus instrumentos.
As faixas amarelas podem significar que quando as crianças tiverem marchando sobre ele devem tocar apenas os chocalhos, as verdes os tambores e as vermelhas todos os instrumentos.
Obs. As cores podem ser escolhidas pelo professor.
9)- Tocando o amigo
Escolha duas crianças na sala, as demais pegaram um instrumento e ficaram como estatuas na sala.
Uma das crianças tem a função de tocar seus amigos para que eles comecem a tocar e a outra deve impedir o acontecimento tocando nos amigos que começaram a tocar. O jogo acaba quando 10 crianças começarem a tocar os instrumentos ao mesmo tempo.
10)- Fugindo do amigo
Uma criança deve ser escolhida, enquanto as outras pegam um instrumento.
A criança escolhida deve conseguir tocar em seus amigos para que eles parem de tocar o instrumento, mas seus amigos devem fazer o máximo para que ele não consiga pega-los. O jogo acaba quando ficar apenas uma criança tocando o seu instrumento, então essa será a próxima a correr atrás dos amigos.
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
A importância do Jogo na Aprendizagem Musical
Introdução
Em virtude do peso que a tradição tem no Ensino da Música, a aprendizagem musical é usualmente vista pela maioria das pessoas, incluindo professores, como estando associada a uma imagem rígida e formal.
Visto que a aquisição de competências musicais depende de elevados níveis de concentração, de esforço continuado, e de resiliência pessoal para superar dificuldades, é absolutamente normal que esta associação entre aprendizagem musical e prazer (que pode derivar das próprias atividades de aprendizagem ou resultar do efeito obtido ao cantar uma canção ou ao vencer um desafio) seja tênue, ou até mesmo inexistente, como podem comprovar as crianças que todos os anos desistem de estudar música.
Como se pode inverter este estado de coisas no Ensino da Música? Uma das formas mais eficazes é por ajudar professores e alunos a mudar a sua perspectiva em relação à aprendizagem musical propriamente dita.
O Jogo
A palavra Jogo está usualmente associada a entusiasmo e divertimento. O filósofo/historiador holandês Johan Huizinga (1938) apresentou uma definição de Jogo muito interessante:
“Jogo é uma atividade voluntária exercida dentro de determinados limites de tempo e espaço, segundo regras livremente consentidas, mas obrigatórias, dotado de um fim em si mesmo, acompanhado de um sentimento de tensão e alegria, e de uma consciência de ser diferente da vida quotidiana”.
Na definição de Huizinga, há a salientar 5 aspectos importantes:
O fato de implicar uma participação ativa (a atividade não existe com agentes com uma participação passiva)
O caráter voluntário da participação na atividade (nunca ninguém joga forçado)
A existência de regras e de um objetivo, uma meta a atingir que é conhecido de todos
O misto de tensão e de alegria envolvidos na atividade
O fato de ser uma atividade ‘especial’, visto que aparenta fazer parte de uma outra dimensão (diferente da realidade) onde o erro e a falha não têm qualquer importância real.
São estas as razões que levam as crianças a gastar horas em jogos de consolas e de computador.
Como professores de música e educadores, como podemos fazer com que as nossas aulas tenham um impacto similar nas crianças? Como podemos fazer com que se sintam vontade de repetir as atividade vezes sem conta?
Perspectiva Tradicional
Na Iniciação Musical o conceito de Jogo (na aprendizagem) está muitas vezes associado ao prazer que se espera que as crianças derivem de determinadas atividades. As sugestões mais comuns dadas por pedagogos e incluídas em manuais de referência incluem atividade tais como jogos com cores, com bonecos, com desenhos.
Contudo, este tipo de atividade apesar de poderem cativar a atenção das crianças, não são atividades musicais, nem desenvolvem competências musicais.
Se quisermos fazer Jogos com valor real para aprendizagem musical, teremos em pegar em atividade lúdicas e transformá-las em jogos ‘musicais’.
No entanto, abordar a Educação Musical na perspectiva do Jogo envolve muito mais do que escolher atividade musicais que proporcionem às crianças prazer na aprendizagem.
Perspectiva Adicional
A aquisição de competências musicais implica que as mesmas atividades sejam repetidas muitas vezes. Isto é particularmente importante ao trabalhar com crianças e com grupos. As crianças em geral precisam que se lhes sejam dadas muitas oportunidades para experimentar e aprender. Além disso, quando trabalhamos com grupos temos de levar em conta que há crianças com diferentes ritmos de aprendizagem.
Portanto, tão ou mais importante que escolher atividade que tenham um formato similar aos jogos do imaginário das crianças, será adaptar uma perspectiva de formação que desvalorize o erro, que estimule a descoberta e que consiga conter o grau adequado de desafio.
Desvalorizar o erro – Por defeito da profissão (visto que a avaliação de desempenho e a medição do progresso e do desenvolvimento dos alunos fazem parte do dia-a-dia dos professores e educadores), há uma tendência generalizada para contabilizar o erro no processo de formação.
No entanto, adotar na aprendizagem musical uma perspectiva similar à que existe num jogo, implica encarar os erros dos alunos como parte importante do processo de aprendizagem, retirar-lhe toda a carga negativa. Visto que a aprendizagem é em parte um processo de busca individual, é somente vital que as crianças não tenham medo de falha/errar ao longo desse processo.
Estimular a descoberta – Em virtude de haver hoje tanta informação sobre o desenvolvimento cognitivo e musical das crianças sob a forma de sequências de aprendizagem (Gordon) e Taxonomias (Hargreaves), muitas vezes os professores e educadores tendem a reduzir a qualidade de estimulação das suas atividades. Uma das consequências usuais consiste na escolha de repertório com menor qualidade, e com menor interesse musical.
No entanto, adotar na aprendizagem musical uma perspectiva similar à que existe num jogo, implica escolher repertório (canções, acompanhamentos lenga-lengas, obras para ouvir) com uma qualidade musical elevada e que cujo nível de complexidade estimule o interesse e a descoberta dos fenômenos musicais. É necessário sublinhar que o tipo de descoberta de a estimular (nas aulas de música) deve ser essencialmente musical e não de fenômenos não-musicais.
Adequar o grau de desafio – Encontrar o equilíbrio entre o grau de simplicidade e de complexidade adequados para as crianças, nem sempre é fácil. Requer perícia e, sobretudo, muita atenção por parte de professores e educadores para entender quando o tipo de atividade proposta é simples demais ou complexa demais.
Os jogos interessantes, e nos quais as crianças gastam mais tempo, são aquelas onde as crianças sentem que conseguem vencer as dificuldades que vão surgindo. Se os professores e educadores conseguirem que as suas atividades tenham o grau adequado de desafio para as crianças, isso vai levá-las a manter níveis de motivação elevados e a prolongar também níveis elevados de atenção.
Quando se conseguem desenvolver Atividades ou Jogos com estas características, a velocidade de aprendizagem musical, e de interesse pela música e pelos fenômenos musical aumenta grandemente.
quinta-feira, 28 de janeiro de 2010
Jogos Musicais
Para quem desejar adquirir um dos Jogos Musicais acima, entrar em contato com:
Roberta : robertamontanheiro@yahoo.com.br
Assinar:
Postagens (Atom)








