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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

GEOGRAFIA


 HISTÓRIA DE SÃO BERNARDO DO CAMPO
O município de São Bernardo do Campo nasceu na Borda do Campo, mesma região onde existiu a histórica`Villa´ de Santo André da Borda do Campo ( 1550 – 1560 ).
Sendo a região local de passagem para aqueles que do Planalto se dirigiam ao Porto de Santos, em especial as “tropas” carregando mercadorias e que aqui faziam pouso, começa a se desenvolver na fazenda dos Monges Beneditinos, ao redor de uma capela por eles construída em 1717, um povoado, as margens dos Ribeirão dos Meninos, região do atual Bairro Rudge Ramos (no local onde hoje está instalado o Carrefour Vergueiro).
Pelos primitivos e novos caminhos, pelas velhas fazendas, registram-se a presença do português desbravador, do índio e do negro escravo. Tendo-se formado e crescido em terras particulares dos Beneditinos, o povoado não pode ser oficializado, sendo por isso transferido para outro trecho do velho Caminho do Mar, onde está hoje a Igreja Matriz ( Largo da Matriz, na rua Marechal Deodoro); esta transferência do povoado ocorreu em princípios do século XIX. Ali, em 1812, de subúrbio da Capital o povoado foi elevado à categoria de Freguesia.
Em 1877 é instalado, nas terras desapropriadas da fazenda dos Beneditinos, o Núcleo Colonial de São Bernardo, que vai dar nova vida a `Villa´. Constituiu-se 15 linhas coloniais que posteriormente originaram os atuais bairros de São Bernardo do Campo.
A presença do imigrante, majoritariamente italiano, e predominante nesse fim de século XIX e início do século XX, contribuindo para ampliar a miscigenação. O cultivo da terra e intensificado. Planta-se, colhe-se, fabrica-se, produz-se... Os campos vão sendo devastados, as matas derrubadas, as estradas alargadas, ruas corrigidas e calçadas, as vilas edificadas e casas construídas.Ao final do século, por lei provincial de 12 de março de 1889, a Freguesia foi elevada a Município, cuja instalação ocorreu em maio de 1890. O Município compreendia, então, praticamente todo o território do atual ABC.
O nome – São Bernardo – deve-se a denominação da fazenda dos Monges Beneditinos, onde havia uma capela dedicada ao Santo, ao redor da qual surgiu o primitivo povoado de 1717.
Com a exploração da madeira, as serrarias aparecem, registrando a tendência industrial da “Villa”. Desenvolve-se a indústria moveleira ao lado da têxtil.
Na década de 20, com a construção da Represa Billings, alguns núcleos coloniais de imigrantes italianos formados no século XIX, são atingidos por suas águas.
Os caminhos se proliferam, não só como passagem, mas como expansão do processo de urbanização. Os bairros vão se formando e desdobrando em pequenas vilas e novos bairros.
O espaço do povoado se transforma na paisagem da Cidade.
Apesar do desenvolvimento da sede do Município ( atual São Bernardo do Campo ), o Bairro da Estação (Santo André ), em razão da Estação de Ferro inaugurada em 1867, conhece um crescimento acelerado, com a implantação de várias indústrias. Assim, Santo André começa a se destacar econômica e politicamente, tornando-se, em
1938, a sede do Município.
O nome do município é mudado para Santo André e São Bernardo torna-se distrito.
Após muitas movimentações, em 1944 ocorre a emancipação político – administrativa de São Bernardo.
O designativo `do Campo´, aplicado a São Bernardo, surge da instalação do atual município, em
1º de janeiro de 1945.
O Aniversário de São Bernardo do Campo é comemorado em 20 de AGOSTO, por ser o dia do santo padroeiro São Bernardo.
Fonte: PM SÃO BERNARDO DO CAMPO

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Sugestões Revista A ÁGUA NA ESCOLA

A ÁGUA
A ÁGUA NO MUNDO
Disciplinas indicadas: Ciências, Matemática e História
Ciências:
Reproduzir o ciclo da água , por meio de experimentos simples, como colocar água para ferver e mostrar a água que se forma na tampa. Desenvolver questionamentos de como a água retorna para a natureza, chuva ácida, poluição do ar e outros.
Confecção de terrários, para a observação do ciclo da água na natureza.
Incentivar ao consumo de sucos naturais.
Matemática:
Desenvolver problemas que envolvam porcentagem e fração da composição da água.
Calcular o consumo de água em casa em atividades tais como:
·         lavar as mãos e rosto
·         escovar os dentes
·         tomar banho
·         lavar pratos
·         lavar quintal
·         molhar plantas
·         lavar um par de meias no tanque
História:
Refletir com os alunos sobre a origem das civilizações no rio Nilo, para demonstrar a corelação da vida com a água.
Propor uma entrevista com os moradores antigos, do bairro da escola, sobre a situação dos córregos antes e hoje, para conhecer a sua degradação.
Artes:
Recriar os personagens da revistas: Faísca, Margarida e Gotão para trabalharem de forma lúdica as demais revistas, lembrando que os personagens são os mesmos. Assim os alunos podem criar novas situações e realizar peças de teatro, fantoche para outras turmas.

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SOLO
            O solo é a camada superficial da crosta terrestre.
            O solo é muito importante para os seres vivos. Nele pisamos, construímos moradias e cultivamos as plantas.
            O solo é composto por pequenos pedaços de rochas da crosta misturada com húmus. O húmus é uma matéria formada pela decomposição de restos de animais e vegetais (seres vivos).
            As rochas foram se fragmentando devido à ação do calor do Sol, dos ventos e das águas da chuva, dos rios e dos mares. As rochas transformaram-se em pedaços bastante pequenos. O conjunto dos processos que transformaram as rochas é chamado de intemperismo.
            Conforme o tipo de rocha que sofreu transformação, podem ser formados dois tipos de grãos, os de areia e os de argila.
            No decorrer do tempo, a esse material foi juntando o húmus, completando a composição do solo.
            Os solos são classificados dependendo da maior ou menor quantidade de areia e argila.
            Os principais tipos de solo são: arenoso e argiloso.
            O solo arenoso deixa a água passar facilmente por ele. Ele é permeável e, devido a isso, seca com rapidez. Para plantar no solo arenoso devemos irrigá-lo.
            O solo argiloso não deixa a água passar facilmente e, por isso, fica encharcado. Ele é bem menos permeável que o solo arenoso. Para plantar no solo argiloso devemos drenar o excesso de água.
            No subsolo encontramos os minerais. A hematita, a bauxita e as pedras preciosas são exemplos de minérios.
            O petróleo também é extraído do subsolo.

SOLO FÉRTIL, ALIMENTO MAIS SAUDÁVEL
         As plantas necessitam do Sol, da água, do ar e do solo. Elas retiram do solo os nutrientes que precisam e é parte desses nutrientes que vai nos alimentar. Portanto, para se produzir alimentos saudáveis, é necessário que o solo seja saudável.
            Há um ciclo de vida na natureza em que as plantas se alimentam do solo e devolvem a ele os nutrientes que vão ajudá-lo a se tornar fértil. As folhas, os galhos e os restos de plantas se decompõem no solo, assim como alguns insetos e pequenos bichos. Esse material decomposto é chamado de matéria orgânica.
            Se a vegetação é retirada da terra, o solo não recebe matéria orgânica e, além de ficar pobre em nutrientes, é facilmente desgastado pelo Sol, pela chuva e pelo vento.
            A plantação de um único tipo de alimento durante muito tempo no mesmo solo também desgasta a terra. Nesse tipo de plantio, o solo recebe apenas determinados minerais contidos naquela planta, o que causa um desequilíbrio de nutrientes. A planta, ao absorver os mesmos nutrientes do solo, também sofre esse desequilíbrio de nutrientes. A planta, ao absorver os mesmos nutrientes do solo, também sofre esse desequilíbrio, enfraquece e torna-se alvo de insetos e doenças.
            Para cultivar a terra é preciso cuidar da fertilidade do solo. É importante que a terra receba constantemente matéria orgânica para repor os nutrientes e, assim, se fertilizar e produzir alimentos mais saudáveis.

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Tabelas e cartas de marear


Um dos mais importantes instrumentos para realizar com êxito as grandes travessias 
eram as tabelas. Cada uma delas resolvia um problema específico, como calcular 
as latitudes no hemisfério Sul, empregando como referência o Cruzeiro do Sul; calcular 
as distâncias percorridas quando se navega com vento contrário; adequar os cálculos 
de  posição do Sol às várias estações do ano; ou medir longitudes a partir das 
diferenças de medida da bússola. Com todas essas tabelas e instrumentos, 
os portugueses conseguiam marcar a posição do navio a cada momento num 
mapa, chamado "carta de marear". Contornando costas desconhecidas, faziam 
seu desenho no mapa. Na volta, o material novo era trabalhado pelos cartógrafos, 
que produziam outra carta mais precisa para a viagem seguinte. Além do mapa, 
o comandante recebia também um regimento, onde vinham escritos os segredos 
conhecidos de  rotas de navegação da região para onde ia – e na volta fazia 
um relatório onde acrescentava tudo o que descobrira.  Assim, num trabalho de 
equipe, Portugal acumulou, pela primeira vez no mundo, os conhecimentos para 
cruzar mares nunca antes navegados por europeus.

O primeiro mapa do Brasil

O governo português sempre teve muito cuidado em esconder   as informações sobre suas descobertas marítimas. A arte de navegar em alto mar era a tecnologia mais avançada do tempo, e os portugueses os mais avançados nela. Por isso, todas as informações colhidas nas viagens de exploração das novas terras eram motivo de cobiça para as outras potências européias. Além de marinheiros, a Lisboa do século XV era povoada por espiões de toda espécie, ansiosos para desvendar o que o governo procurava esconder. Como parte dessa política de sigilo, Portugal destruía sistematicamente documentos que poderiam cair em mãos inimigas. Assim, só uma pequena parte dos relatórios de seus navegantes sobreviveu, muitas vezes na forma de cartas de marear. Entre eles, por exemplo, não sobreviveu o de Pedro Álvares Cabral sobre sua viagem ao Brasil e Índia. O trabalho dos espiões acabou sendo revelador de que, na época em que o Brasil foi descoberto, o governo português sabia muito mais sobre as novas terras do que deixava transparecer. O mapa do Brasil mais antigo que se conhece é o chamado "mapa de Cantino". Foi encomendado por Alberto Cantino, espião a serviço do duque de Ferrara, e realizado no final de 1501 por algum cartógrafo português que conhecia as descobertas e amava receber presentes. Até aquele momento, o único português de Portugal a voltar de uma viagem "oficial" ao Brasil era Cabral, que esteve apenas em Porto Seguro, na Bahia. No entanto, o mapa mostra o desenho do litoral brasileiro desde a foz do Amazonas até Cabo Frio, o que indica com certeza que outros viajantes já haviam explorado as novas terras.


A RELAÇÃO DO SER HUMANO COM A ÁGUA


A RELAÇÃO DO SER HUMANO COM A ÁGUA

            Os primeiros seres humanos eram nômades, ou seja, não viviam fixos num lugar, mas vagavam pelo mundo coletando vegetais ou caçando animais. Com o passar do tempo, eles foram descobrindo coisas, como o cultivo da terra, que lhes  permitiam fixar-se em um único local. E, assim que se instalavam, começavam a modificar o ambiente natural mais intensamente.
            Hoje em  dia, existem várias populações instaladas em torno de fontes de água.
            Os textos a seguir falam sobre a ocupação de dois lugares  por grupos  humanos diferentes e em   épocas totalmente distintas.

NILO, A  DÁDIVA  DO EGITO

            O Egito é um país localizado no norte da África, e a maior parte do seu território está situada no deserto. O povo egípcio pôde  sobreviver ali graças ao   rio Nilo.
            Entre os meses  de agosto e setembro, as águas do Nilo subiam e inundavam as áreas próximas a suas margens, o que possibilitava aos egípcios a plantação de trigo e papiro. O papiro era utilizado para a fabricação de papel, esteiras, barcos, cestos, sandálias e tetos de casas.
            Além disso, o Nilo lhes oferecia peixes e pássaros, e servia também para a navegação. Apesar de tantos benefícios, os crocodilos  presentes no Nilo faziam dele um rio perigoso.
Dádiva  =  Presente.

OCUPAÇÃO DAS ÁREAS DE MANANCIAIS

            Representantes de várias    entidades ambientais e do governo reuniram-se para discutir a    ocupação   humana nas áreas de mananciais.
            A venda de lotes na área dos mananciais é ilegal, e a ocupação dessas terras     é considerada crime ambiental. Por outro lado, um dos representantes das entidades ambientais acredita que, de posse de um plano de uso e ocupação da região, os lotes possam vir a ser legalizados.
Manancial = região com abundância de fontes de água potável.
Entidade = sociedade ou grupo de pessoas que dirige atividades específicas.

Baseado nos textos que acabamos de ler, responda:
     
1.      Quais são as coincidências que esses textos apresentam?
2.      Um  desses dois textos apresenta um problema existente em nosso município,  qual é esse problema?
3.      Por que as  pessoas  escolhem, sempre que possível, regiões onde há água para morarem?
4.      Localize, junto com sua professora, no mapa múndi, o rio Nilo.

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O POVO BRASILEIRO

         Vários povos diferentes participaram da formação da população do Brasil e deixaram como herança muitas características físicas e culturais. Assim, nossos costumes, nossa cultura e nossas tradições são resultado de diferentes influências. É por isso que se costuma dizer que nossa gente é mestiça, ou seja, originou-se da mistura de vários povos.

HERANÇA DA COLONIZAÇÃO

         Inicialmente, a formação do povo brasileiro ocorreu a partir de três etnias: o índio, o europeu e o negro. Uma etnia é um grupo social com hábitos, cultura e origem semelhantes.
         Do encontro entre esses povos de características bem diferentes, surgiram os brasileiros.
         Os portugueses que aqui chegaram vieram com a intenção de conquistar o país, usando a força como meio de imposição de seus valores. Com isso houve muitas guerras com os índios que já moravam no Brasil. Ao longo do tempo, muitos povos indígenas foram exterminados. Já os negros foram tirados à força da África para trabalhar como escravos em nosso país.

NOVOS BRASILEIROS

 Das misturas entre portugueses, índios e negros em terras brasileiras, nasceram pessoas com novas características físicas, como cor da pele, cor dos olhos e cabelos.

A INFLUÊNCIA DA MIGRAÇÃO

         A formação do povo brasileiro teve interferência também dos deslocamentos de pessoas de uma região para outra do país, chamados de migração. Uma pessoa que resolve migrar normalmente está à procura de melhores condições de vida do que as que encontra em sua região de origem.
         No Brasil, os nordestinos formam o principal grupo migratório. Isso porque vivem na região mais pobre do país, enfrentando problemas principalmente devido à seca.    Assim, muitas das pessoas que nascem na região vão para outros locais, na esperança de encontrar trabalho e melhores condições de vida.
         Um dos primeiros grandes movimentos migratórios ocorreu na década de 1870, quando mais de 100 mil cearenses foram para a Amazônia trabalhar nos seringais.
         A partir da década de 1950 muitas indústrias se instalaram na região Sudeste. Com isso, milhares de pessoas nascidas no Nordeste se mudaram para São Paulo e Rio de Janeiro.    Muitos se casaram com habitantes dessas cidades ou mesmo com pessoas que haviam chegado de outros países, os imigrantes. Essa mistura deu origem a novos tipos físicos.
         Atualmente, as grandes cidades do Sudeste não dispõem nem de emprego e nem de moradia para continuar recebendo tanta gente. Por isso, os imigrantes têm procurado outras localidades. Uma delas é Palmas, capital do Tocantins. A cidade está em fase de crescimento e tem incentivado a chegada de novos moradores.
Retirado do suplemento da revista Recreio “Para saber mais” - Geografia

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